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Um sentimento, dois sentimentos, três emoções, quatro, cinco, várias...

Um atrai outro que repele o próximo enquanto tenta se aproximar.

 

Tem aquele que convive com todos, mas não sabe lidar com isso ou consigo mesmo.

 

Sentimentos verdadeiros

Sentimentos programados

 

Sentimentos que irritam e que se irritam

 

Um quer, outro diz que quer, mas não quer ou o contrário.

 

Sentimentos que são

Sentimentos que querem ser

 

Um sentimento, dois sentimentos, três sentimentos, quatro, cinco, vários.

Todos expostos em uma vitrine na seção de produtos frágeis.



Escrito por Flórida Maria às 19h19
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Unidade da diversidade

 

 

 

“Unidade da diversidade”?! Este é realmente um tema especialmente excepcional. Nossa, quanta redundância. Mas para atender a um pedido de nossa internauta, sempre presente, Indalécia, vou tentar tecer alguma idéia sobre a tal “unidade da diversidade”, tema proposto por ela.

 

Eu não acredito na unidade como pensamento no campo social. Se ficássemos com os pensamentos, idéias, sentimentos, conceitos e/ou preconceitos, para nós mesmos, sem a necessidade de expressá-los, aí sim nós conseguiríamos uma unidade. Unidade de pensamento (no sentido unitário/solitário).

 

Mas para pensar num ponto social de pensamento, é intrínseca também a idéia da diversidade. Hoje, quando falamos em diversidade, logo pensamos em homossexualismo ou coisas do tipo. Talvez porque fora usado muito nos últimos anos. Mas diversidade quer dizer, essencialmente, a variedade de vários segmentos sociais. Desde de pensamentos até costumes.

 

Talvez o que Indalécia quis dizer com a “unidade da diversidade” tenha sido justamente o ponto de encontro, de cruzamento, entre esses dois mundos: o particular (unidade no sentido unitário/solitário) e o social.

 

Esse, realmente é um tema muito interessante. Com certeza vários pensadores já gastaram neurônios com este universo particular – social – particular. Esse esquema, que parece ter um efeito bumerangue, ocorre porque nós não somos unitários (no sentido de solitários). Essencialmente nascemos para viver em comunidade ou sociedade. Então, é nessa coisa natural e essencial de vida que surgem os problemas de aceitação de pensamentos, costumes, culturas etc, que são diferentes dos seus ou dos meus. Seria muito interessante e saudável se todos conseguissem viver em sociedade, mas de forma unitária, quando se tratar de respeito ao outro.

 

Preconceitos existem! Isso é fato. Ninguém tem dúvida. Mas eu me pergunto: - para uma coisa existir socialmente, virar uma “coisa social”, ela precisa ter iniciado com apenas um indivíduo e repassado a outro. A partir daí, ele toma vida e se alastra por gerações ditando dogmas e conceitos totalmente deliberativos. Ele é uma coisa que é aplicada pelas pessoas sem que elas busquem um entendimento sobre o por quê se pensar ou agir de tal forma preestabelecida pelo, novamente, PRECONCEITO...

 

Então, viram como não é difícil acabar com ele?! Vamos apenas, daqui a diante, esquecer dos preconceitos e pensar que existem sim conceitos de diferentes formas de vida que devemos apreender e respeitar.

 

Abraços.



Escrito por Ana Parla Tesão às 02h31
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